Clique e acesse a edição digital

Pais devem cuidar da saúde bucal do bebê

Tempo de Leitura: 3 minutos
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email

O aleitamento materno – além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas – é fundamental para a saúde bucal do bebê. Ao mamar no peito da mãe, o bebê respira pelo nariz e, assim, é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula, o que propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face e possibilita a obtenção de uma boa oclusão dentária.

A higiene bucal deve começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com gaze ou fralda umedecida em água limpa, para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos seis meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira.

Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos dois ou três anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso.

A cárie é uma doença transmissível. O Streptococcus mutans, bactéria causadora da cárie, pode ser transmitido da mãe para o filho pelo contato direto. Por isso, não se deve soprar a comida do bebê nem experimentá-la com o talher dele, pois é possível transmitir essas bactérias à criança.

A primeira visita ao dentista deve ser feita ainda na gestação. O ideal é que a mãe faça uma consulta para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho. Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos seis meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento.

A cárie de mamadeira é uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior.

Quando for trocar a mamadeira pelo copo, e houver preocupação de o bebê não tomar mais leite, a mãe deve ter alguns cuidados. Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo.

Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde). Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá ser substituída.

Esse processo pode durar de dois a seis meses, dependendo da criança. Por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos dois anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição.

Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia. Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente remova a chupeta da boca e guarde-a. Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança.

É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos dois anos de idade.

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on linkedin
LinkedIn
Share on twitter
Twitter
Share on email
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Subscribe To Our Newsletter

Subscribe to our email newsletter today to receive updates on the latest news, tutorials and special offers!