Clique e acesse a edição digital

Corrimento vaginal

Tempo de Leitura: 2 minutos
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email
Vaginal or urinary infection and problems concept. Young woman holds paper with sad smile above crotch.

Corrimento vaginal é uma das principais causas que levam as mulheres aos consultórios de ginecologia. A secreção vaginal vai apresentar variações entre uma mulher e outra, assim como para uma mesma mulher – conforme a idade ou época em relação ao ciclo menstrual.

Mulheres que não usam contraceptivos hormonais podem perceber com maior clareza as mudanças do corrimento durante o ciclo menstrual. Este pode vir fluido e transparente, outras vezes, leitoso e branco ou mesmo amarelado. O odor característico é o “azedo” devido ao ph ácido da vagina.

O corrimento começa antes mesmo da primeira menstruação e pode ser preocupação para as mães de adolescentes. Deverá ser investigado se associado a queixas como: vermelhidão, coceira, mau cheiro, dor durante a relação ou ao urinar.

Saber da existência deste corrimento evita o uso excessivo de cremes vaginais (que devem ser prescritos por profissionais da saúde) ou mesmo a lavagem excessiva da vagina.

Na higiene íntima prefira o uso de sabonetes líquidos e papel higiênico neutros. Evite absorventes diários e uso de roupas íntimas de tecido sintético ou calças justas. Esses fatores predispõem ao desequilíbrio da flora vaginal, podendo ocasionar corrimentos infecciosos. Na praia, rio ou piscina, evite ficar muito tempo com o maiô ou biquíni molhados, pois o ambiente úmido pode facilitar a proliferação de fungos.

Conteúdo autorizado para reprodução na Revista Materlife com a fonte retida pelo publicador.

Divulgado em: Geração Mãe – www.geracaomae.com.br – Dra. Ana Cristina de Castro é ginecologista e obstetra. Autora no portal

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on linkedin
LinkedIn
Share on twitter
Twitter
Share on email
Email

Pai: assumindo o papel

Paternidade. Uma letrinha que pode fazer tanta diferença. Mas será que faz mesmo? Muitas vezes, no consultório, os pacientes se espantam quando eu digo: –

Leia Mais »

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subscribe To Our Newsletter

Subscribe to our email newsletter today to receive updates on the latest news, tutorials and special offers!