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Trombose na gravidez: falta de tratamento pode causar a formação de trombos na placenta

Tempo de Leitura: 3 minutos
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trombose

O angiologista Ary Elwing, (CRM-22.946), especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser, explica que na gravidez a capacidade de coagulação aumenta conforme o avançar da gestação. Essa é a forma do corpo da gestante se preparar para a hora do parto, para que possa controlar seu sangramento mais rapidamente. No entanto, algumas mulheres podem ter uma facilidade natural de formar trombos, que são os coágulos dentro da veia, e acabar tendo um quadro de trombose, formação de coágulo dentro da veia, principalmente durante o segundo ou terceiro trimestre de gravidez.
“Vermelhidão, inchaço e dores nas pernas podem ser provocados por alterações na circulação venosa e podem levar até à trombose que se trata da coagulação do sangue dentro de um vaso sanguíneo, obstruindo o fluxo do sangue. São vários os fatores que podem desencadear a doença, inclusive a própria gravidez”, explica.
A doença pode ser caracterizada por três motivos: primeiro por lesão mecânica na parede da veia, segundo pela estase venosa e terceiro por meio da coagulação sanguínea. “Viagens de longa duração, em que a gestante fica sem mover os membros inferiores, e outras doenças que interferem na coagulação do sangue são consideradas trombogênicas. Normalmente, a doença aparece em mulheres portadoras de trombofilia, que é considerada uma predisposição genética á trombose”, destaca o médico.
Todo cuidado é pouco
A intensidade dos sintomas é muito variável, mas eles se apresentam com: dor persistente (que não melhora) na perna, que piora ao tentar alongar o músculo, acompanhada de inchaço; a batata da perna fica bem dura e quente. Se a gestante sentir esses sintomas, deve avisar imediatamente seu obstetra, e procurar um pronto-socorro para começar o tratamento. A trombose é muito perigosa para mãe e para o neném, e se não for tratada e acompanhada adequadamente, pode ter resultados muito trágicos.
“A partir do momento que a mulher teve um quadro de trombose, seu obstetra deve saber desse quadro toda vez que ela engravidar. Quem fez esse trombo uma vez terá facilidade de repeti-lo sempre, e a gravidez é um momento que esse risco está aumentado”, alerta Elwing.
Caso a trombose não seja tratada adequadamente, pode implicar em sérias complicações. A embolia pulmonar é a mais comum e acontece quando o trombo se solta e vai até o pulmão, causando falta de ar e dor para respirar. A gravidade do quadro depende do tamanho do trombo, variando desde assintomático até insuficiência respiratória aguda. Embora mais rara, também pode acorrer a formação de trombos na placenta, que pode evoluir com insuficiência placentária (a placenta não consegue mais levar oxigênio e nutrientes para o neném). “A gravidade também é extremamente variável, e nos quadros mais graves, podendo levar até a morte desse neném”, afirma o angiologista.
O tratamento só deve ser instituído por um especialista. Se a trombose é superficial, recomendam-se cuidados especiais, tais como aplicação de calor na área afetada, elevação das pernas e uso de anti-inflamatórios não esteroides por um período de uma a duas semanas.
“A gestante deve ser submetida a uma vigilância multidisciplinar. Ela deve seguir a risca algumas orientações para garantir um tratamento eficaz. Manter uma alimentação saudável, não ganhar peso e praticar exercícios regularmente sob orientação médica, podem interferir no resultado do tratamento”, orienta o angiologista Ary Elwing.

Fonte- Angiologista Ary Elwing, (CRM-22.946), especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser

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