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Viver com ou sem adenóides e amídalas?

Tempo de Leitura: 3 minutos
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A retirada de amídalas e adenóides é uma das cirurgias mais realizadas em crianças em todo mundo. Claro que houve uma grande evolução dos antibióticos e muitos casos que eram resolvidos com cirurgias de amídala e adenóide agora são sanados apenas com remédios.

A retirada divide especialistas, embora seja indicada somente quando o uso dos antibióticos não é eficaz.

As amídalas ficam na parte de trás da boca, perto da garganta, e são visíveis quando se abre a boca. Já as adenóides ficam na parte de trás do nariz e do palato mole, não sendo visíveis quando se abre a boca.

Uma pergunta que muitas mamães podem fazer: se a amídala e adenóide compõem o corpo humano, por que retirá-las?

Esses dois “seres” são parte do sistema imunológico do nosso organismo. Sabe-se que essas duas partes do corpo são importantes nos primeiros anos de vida da criança. Porém, depois o corpo pode iniciar o combate às doenças de outras maneiras, mesmo sem amídalas e adenóides.

Como ficam perto das duas grandes portas de entradas de “bichinhos”, como vírus e bactérias, as amídalas e adenóides podem ser alvos constantes de inflamações, aumentando de tamanho, atrapalhando na hora de comer e respirar.

Quando as inflamações das amídalas são constantes podem provocar dificuldade de engolir, diminuição do apetite, febre, dor de garganta e mal-estar geral.

Já as infecções ou hipertrofia constante da adenóide podem provocar respiração pela boca e conseqüente alteração do desenvolvimento crânio-facial (arcada dentária e músculos faciais), respiração ruidosa, ronco, apnéia (parada da respiração durante o sono), voz anasalada, infecções de ouvido e secreção nasal constante.

A hipertrofia desses segmentos, principalmente adenóide, pode provocar perda auditiva, desconcentração na escola, atrapalhando o processo de alfabetização, a criança sente mais cansaço e isso dificulta as brincadeiras e até a socialização.

Inflando – O aumento de tamanho acontece nos primeiros anos de vida devido aos primeiros contatos com os microorganismos e mantêm-se grandes até cerca dos 4 aos 6 anos de idade, altura em que começam a diminuir de tamanho. Por isso normalmente diz-se para operar depois dos sete anos de idade.

Estudos observaram que crianças que as retiraram não tiveram sua resistência rebaixada.

Remédios e cirurgias – Quando os antibióticos não impedem as infecções freqüentes das amídalas e adenóides, a cirurgia é indicada. A criança recebe anestesia geral e, dependendo da indicação médica, ela pode retirar só amídalas ou só adenóides ou os dois na mesma cirurgia.

Após a cirurgia é recomendado repouso, evitando movimentos bruscos para que não haja sangramentos. Se for observado sangramento, comunicar imediatamente ao médico. A alimentação deve ser líquida e fria nos primeiros dias.

Se a criança estiver com infecção de garganta e nariz freqüentes, consulte o médico e peça orientações.

Dicas

Tire todas as dúvidas da cirurgia do seu filho com o médico assim que este fizer a indicação cirúrgica. Você se sentirá mais segura.

Certifique-se que todos os caminhos clínicos foram realizados antes da realização da cirurgia.

Não deixe para depois, leve seu filho ao médico aos sintomas de hipertrofia de amídalas e adenóides, pois isso pode prejudicar o desenvolvimento da criança.

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